Redes já representam mais da metade do mercado farmacêutico

17 de maio de 2016 0 Comments Notícias em Saúde 1327 Views
Redes já representam mais da metade do mercado farmacêutico

As grandes redes de farmácias e drogarias já são predominantes no varejo farmacêutico nacional. A representatividade deste segmento em relação ao volume de vendas cresceu de 42% para 56% entre 2007 e 2015. Enquanto isto, as farmácias independentes encolheram de 55% para 30%. Os indicadores são do IMS Distribution Services.

Para o presidente executivo da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), Sérgio Mena Barreto, o aumento da renda da população do país a partir do fim da década passada contribuiu para mudar o perfil do consumidor e estimulou a abertura de novos pontos de venda.

“A necessidade de absorver a crescente demanda e o maior grau de exigência do consumidor favoreceu as marcas com mais representatividade geográfica e fôlego financeiro. Além disso, as principais redes do país beneficiaram-se da sua maior capacidade de gerenciar seus estoques e a compra em grande escala de medicamentos e não medicamentos”, argumenta Barreto. A inserção de grupos estrangeiros como a CVS e o movimento de fusões e aquisições colaboraram para impulsionar o grande varejo farmacêutico.

O Brasil possui atualmente cerca de 70.400 farmácias, das quais 72% são representadas pelas independentes e 14% são ocupadas pelas grandes redes.
As associadas à Abrafarma detêm 7% deste percentual. Porém, representam cerca de 44,5% das vendas de medicamentos.

Sobre a Abrafarma

Fundada em 1991, a Abrafarma reúne as 28 maiores redes de farmácias do País, que contam com 5.969 lojas em todos os estados brasileiros e Distrito Federal. As redes associadas representam cerca de 44,5% das vendas de medicamentos no País, tendo realizado mais de 833 milhões de atendimentos em 2015, com vendas totais de R$ 35,94 bilhões. A associação tem como objetivo o aprimoramento das empresas filiadas, a preservação da imagem institucional, o relacionamento com entidades públicas, governo e fornecedores, além de apoio jurídico e pesquisa de mercado para o aperfeiçoamento das atividades.

FONTE: http://saudebusiness.com/noticias/

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